A informação é pública, no PORDATA e INE, para qualquer um consultar.
Obviamente, os jornalistas, não só são cegos, como surdos, mudos e broncos. Ou então não passam de meros agentes de propaganda politica marxista.
Nota1: Segundo a direção-geral da administração e do emprego público:
“A 30 de junho de 2019, o emprego no sector das administrações públicas manteve a estrutura por subsector: 75,4% dos trabalhadores encontram-se em entidades da administração central, 17,5% na administração local, 5,5% na administração regional autónoma e 1,5% nos fundos de segurança social.”
Administração Pública Local
Amostragem dos 10% municípios portugueses com mais funcionários públicos:

Consultando o INE, (já que o PORTADA não o diz) temos uma ideia mais aproximada da realidade nacional:

A taxa média de feminização no Estado, em 2019 é de 63%, já considerando as forças de segurança, que por motivos óbvios (apesar da tendência crescente), continuam a manter-se masculinas.
O estado emprega maioritariamente mulheres e continua a aplicar fortes medidas para combater a desigualdade de género, apesar de há mais de uma década já a ter ultrapassado.
Assistentes operacionais, Educadores de infância, básico e secundário, Saúde (excepto médico), conservatórias e notariados, 4 em cada 5 são mulheres.
Funcionários da justiça e médicos, 3 em cada 5 são mulheres.
Comparando com os dados de 2011, onde a feminidade já era 59%, em todos cargos têm havido declínio de homens.
Este é o resultado de décadas de políticas marxistas, que se modernizaram da luta entre classes para a luta entre sexos (assim como raças e orientações sexuais), com respectiva destruição do papel do homem ocidental e família na sociedade.
Marxismo este aplicado intensamente nas artes e meios de educação, começando por desmotivar os meninos em beneficio das meninas, que “precisam” que, segundo os seus objectivos, necessitam que o sistema as compense.
Este marxismo ao longo das últimas 5 décadas levou-nos aos 80% de taxa de divórcios, aos 20% de famílias monoparentais só com a mãe e à taxa de fertilidade mais baixa da Europa, de 1,2 filhos por mulher.
O que vimos com a Função Pública explica em boa parte o voto crescente feminino no Grande Estado Social(ista).